Melhores do semestre #4
Quais foram as melhores edições da Eixo no 1º semestre de 2026?
Por Saulo Pereira Guimarães
Já virou tradição. Ok, dizer isso talvez seja forçar uma barra, mas este já é o nosso 4º número para compilar as melhores edições dos seis meses anteriores. Você pode ler os outros aqui, aqui e aqui. Convido você a dar esse passeio comigo pelas Eixos que foram as preferidas dos leitores no período. Vamos nessa?
A mais curtida
Houve um triplo empate de edições da Eixo com 8 curtidas no 1º semestre de 2026. Uma delas explica como Bad Bunny usa a nostalgia para combater o conservadorismo. Já outra se dedica contar a história de Antônio Azevedo da Silva, um entregador de jornal que encontrou uma mina de topázios em Benfica. E a terceira foi também o número mais compartilhado no período (saiba mais abaixo). Os três textos têm pouco — ou quase nada — em comum. Mas, se é falta de humildade dizer que rendem bons momentos de leitura, ao menos posso garantir sem constrangimento que foi um prazer poder escrevê-los. Confira!
A mais comentada
Lembro até hoje do momento em que, saindo do Ibirapuera após dar uma corridinha, tive a ideia do número mais comentado dos últimos seis meses. E, como é da natureza das melhores ideias, era uma ideia até simples: e se eu escrevesse uma edição que fosse um prompt para que uma inteligência artificial escrevesse uma Eixo? Com alguns ajustes, foi o que eu fiz e, dada a discussão recente em torno do tema, o resultado não poderia ser diferente. O que eu mais gosto nesse texto foi que deu para combinar formato criativo e discussão interessante com fartas doses de ironia à prova de máquinas. Lê só!
A mais compartilhada
A descoberta de uma foto no Arquivo Geral da Cidade do Rio motivou a Eixo com mais compartilhamentos do 1º semestre deste ano. A imagem da casa de Tia Ciata — onde surgiu o samba — e as consequências de uma aparição tão tardia embasaram uma série de perguntas para as quais só foi possível encontrar uma resposta. Quer saber qual? Aí, você precisa ler o texto. Essa edição é uma daquelas com aquele raro mérito de, a partir do simples, chegar a questões mais complexas e nos deixar pensando um bocado na vida quando terminamos de ler. Se você duvida, confira e me mande sua opinião depois. Vale a pena!
Escolha do editor
Às vezes, eu fico aqui quebrando a cabeça para escolher um tema que seja interessante o suficiente para valer uma edição quando a solução pode ser simplesmente escrever de forma criativa sobre algo que esteja aí e a gente não dê tanta bola. Foi o caso do número sobre as fotos de Walter Firmo. Ali, o exercício que eu me propus foi de olhar as imagens e descrevê-las da forma mais detalhada possível, quase como que para criar mentalmente a foto na cabeça do leitor antes de expô-la. E só isso já me permitiu alcançar um resultado muito legal e diferente do que oferecemos normalmente. Sei lá, curti.
Leia também
E aí, curtiu? Mande um alô!
Salve, meu povo! A última edição fez mais gente conhecer Sophia Gomide. “Em Gabriela, Jorge Amado define a punição de um feminicida como um dos marcos da modernização de Ilhéus. Espero que São Paulo siga os mesmos passos”, disse Ana Rita. “Quantas pessoas indignas são homenageadas. Precisamos criar o hábito de conhecer suas histórias de vida e cobrar que homenagens indevidas sejam retiradas”, afirmou Eliete Pereira.
Deixaram likes Alexandre A de Almeida, Dinorá Zanina, Ludmila Primo, Lívia Lima da Silva
E aí, curtiu? Conte via Insta, BlueSky ou e-mail.
Até quinta, às 8h30, aqui na Eixo!
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Adoro as restrospectivas da Eixo, especialmente esta que me lembrou um dos seus textos mais ternos, sobre a foto da casa da Tia Ciata. Sempre me emociono lendo.